Uso de tecnologias auxilia aprendizado durante regime remoto

Com esforços redobrados, professores e coordenadores mantêm o processo de ensino e aprendizagem nos mais de 40 cursos de graduação da PUC Goiás, desde a adoção do Regime Letivo Remoto Extraordinário, em função da suspensão das aulas por causa da pandemia do coronavírus. No mesmo horário das aulas presenciais, com o uso da plataforma Microsoft Teams, gratuita para todos os alunos, o período letivo foi mantido, com exceção das atividades práticas em laboratório que serão repostas após o final da quarentena.

De casa, professores e alunos têm encontro marcado em ambiente virtual com a segurança necessária para o enfrentamento da Codiv-19. Todos receberam treinamentos para a nova modalidade de aula, exigida diante da crise. Para o professor Frank Sousa Castro, dos cursos de Farmácia e Biomedicina, a experiência está sendo exitosa e começou logo no início do período de suspensão.

As aulas que já estavam prontas passaram a ser projetadas no ambiente virtual e a interação é garantida pelo chat ou mesmo pelo microfone.  Na plataforma on-line, a frequência é a mesma das aulas presenciais. Além disso, é possível fazer uso de vários recursos e formulários necessários para a aprendizagem. Ele também indiciou aplicativos que os alunos podem usar visando melhorar a recepção e do estudo do conteúdo.

A continuidade das aulas é uma forma de minimizar os impactos sociais e econômicos do isolamento social, recomendado pela Organização Mundial de Saúde e determinado pelas autoridades sanitárias do Estado. “Continuar passando conhecimento é uma forma de enfretamento desta situação”, explica o professor da Escola de Ciências Médicas, Farmacêuticas e Biomédicas.

Docente dos cursos de Design e Jornalismo, João Paulo Alves  trabalha em conjunto com a equipe de professores, usa vídeos de suporte para garantir a prática dos alunos em casa, sobretudo nas disciplinas que envolvem desenho, e materiais e softwares alternativos, garantindo a participação de todos.

Diretor da Escola de Engenharia, Fábio Simões acompanha de perto os resultados dos cursos da sua área. “Vimos tanto do lado dos professores quanto dos alunos um empenho em aprender novas tecnologias”. Para ele, há uma vantagem na situação que é aprender a trabalhar em equipe a distância, como já é feito em grandes empresas de engenharia. “O mundo cada vez mais vai exigir que a gente trabalhe com parceiros que estão em outra localização”.

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