Enfermagem ajuda a alimentar bases de dados para o enfrentamento à Covid-19

Universidade atua em parceria com a Secretaria de Saúde de Goiânia

Com o retorno gradual de algumas atividades presenciais, a universidade ampliou sua contribuição com a sociedade. Um dos exemplos é a atuação dos estudantes e professores dos cursos de Enfermagem que estão atuando na investigação epidemiológica e alimentação dos bancos de dados dos casos notificados e confirmados de Covid-19 em Goiânia.

Como lembra a professora Paulie Ribeiro dos Santos, a ação de testagem e teleacompanhamento de pacientes possibilitou que os bancos de dados tanto das secretarias municipal e estadual como do Ministério da Saúde fossem alimentados para potencializar as ações de combate à pandemia no Brasil. “São essas informações que são necessárias para as políticas públicas voltadas à Covid-19”, frisa.

Respondendo ao chamado

Ao todo, mais de 1,7 mil pacientes foram alcançados pela equipe. No curso, a pandemia também teve impacto direto na disposição dos estudantes para a atuação. Cerca de 40 concluintes responderam ao chamado da sociedade e anteciparam suas colações de grau para atuarem na linha de frente. “É um momento que os enfermeiros estão percebendo seu valor e se reinventando”, explica a coordenadora, professora Vanusa Claudete.

Uma delas foi a egressa Inês Alves Silva, que teve seu título de bacharel concedido durante a pandemia, e logo passou a trabalhar na linha de frente, atendendo casos urgentes. Ela destaca a união que “nunca tinha visto” antes entre as equipes de saúde e a importância de cuidar mais de si para poder cuidar do outro. “É algo inovador, desafiador e muito cansativo também”, confessa.

 

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